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Nota Oficial Defesa Kennedy Carvalho Da Silva

                                    A defesa esclarece que, Kennedy Carvalho Da Silva (travesti) acusado de matar o Policial Militar em Jundiaí após a realização de um programa sexual em 14 de agosto 2015, recorreu da decisão do juiz da Vara do Júri da Comarca de Jundiaí, que entendeu tratar-se de um crime de latrocínio, assim encaminhou os autos para redistribuição.

                                       Sendo redistribuído, tramita atualmente na 3º Vara Criminal da Comarca de Jundiaí. A defesa opôs exceção de incompetência do juiz da 3º Vara Criminal de Jundiaí, porque entende ser da competência do Tribunal do Júri, aguardando a decisão da juíza.
                                     Kennedy não teve a intenção de subtrair a arma do Policial Militar, muito menos de matá-lo. Por isso o Tribunal do Júri tem a competência legal para a defesa apresentar todas as teses defensivas aos jurados.

                                    O crime de latrocínio tem pena prevista de 20 a 30 anos, já o homicídio simples tem pena prevista de 6 a 20 anos.
                                        No Brasil, a presunção de inocência é inserida na nossa Constituição Federal, e no momento oportuno, a defesa demonstrará a inocência do nosso cliente.

                                            Sem mais para o momento.
                                            Jundiaí, 26 de setembro 2015.
                                             Antonio Roberto Daros
                                                        Advogado



Nota Oficial Defesa Senhor Élio Duarte

                                           A defesa esclarece que, o Delegado de Polícia que lavrou o Auto de Prisão em Flagrante Delito ao qual culminou com a morte da jovem Eliana de Almeida Sant Ana, entendeu tratar-se em tese de crime de homicídio no trânsito na modalidade dolo eventual, ao qual seria da competência do Tribunal do Júri com uma pena prevista de 6 a 20 anos de reclusão.

                                       A Justiça Criminal de Jundiaí acatou os argumentos da defesa no sentido que há uma legislação específica para o caso em nosso Código Nacional de Trânsito, mas precisamente no artigo 302, não sendo da competência do Tribunal do Júri, assim, o processo tramitara perante a 1º Vara Criminal de Jundiaí, sendo o presente caso julgado como homicídio culposo no trânsito, que prevê uma de pena de 2 a 4 anos de detenção, podendo ser substituídas por Restritivas de Direito.

                                        No Brasil, a presunção de inocência é inserida na nossa Constituição Federal, e no momento oportuno, a defesa demonstrará a inocência do nosso cliente.

                                            Sem mais para o momento
                                             Antonio Roberto Daros
                                                        Advogado

Nota Oficial
Defesa de Louriandro Coutinho De Oliveira
A defesa esclarece que, Louriandro Coutinho de Oliveira, acusado de cometer o crime de latrocínio (roubo seguido de morte), com outros dois indivíduos, no Paço Municipal, em 29 de janeiro de 2017, por volta das 22h 30m em Jundiaí, que infelizmente, vitimou um jovem desta cidade, é inocente.
A defesa requereu junto ao Delegado responsável por presidir o Inquérito Policial, algumas providências, como, imagens de um Hipermercado na cidade, para comprovar que Lourinandro estava efetuando compras no estabelecimento no momento do crime.
Louriandro tem apenas vinte por cento da sua visão, ou seja, é portador de deficiência visual e não consegue caminhar dez passos sem utilizar os seus óculos ou sem o auxílio de pessoas.
Nas imagens da cena do crime nenhum dos envolvidos estava utilizando óculos, o que o impossibilitaria de ter participado do ocorrido.
A defesa já requereu a reconstituição dos fatos, para que todos os detalhes, sejam esclarecidos e esclarecer que, Louriandro é inocente, não estava na cena do crime e não fora o autor dos disparos.
No mesmo caminho já estamos providenciando Ordem de Habeas Corpus, junto ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, para que Louriandro responda o processo em liberdade.
No Brasil, a presunção de inocência é inserida na Constituição Federal como um dos pilares do processo penal e, no momento oportuno, a defesa demonstrará a inocência Louriandro.
É o que podemos declarar no momento.
Jundiaí, 09 de fevereiro 2017.
 
Antonio Roberto Daros
Advogado
 
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